sábado, 27 de dezembro de 2014



Aquela saudade que você tentou não sentir, mas esteve e está presente a cada instante longe.
Aquele pensamento que rodeia todos os momentos que não estão acontecendo por conta da distância física.
Aquela vontade de sair correndo, largar tudo só para estar perto mais um pouco.
Aquela raiva incontida de não poder largar tudo e estar perto mais um pouco.

Aquele amor que brotou como contra a vontade, e que cria raízes tão profundas que você nem sabe por onde começar a arrancar para ver se para de brotar saudade.
Mania de sentir demais.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

O Medo Básico

Sabe aquele medo que todo mundo tem? De ser rejeitado por algo ou alguém que gosta, admira ou respeita muito?

Eu tenho um medo dentro de mim, que respeita a esse medo básico, só que com o acréscimo de uma pitada de passado, pra variar, me impedindo de viver um bocado o meu presente.

Será que tem limite de amor pra se sentir, pra compartilhar, pra segurar dentro de si?
Será que isso uma hora explode também? Que a barreira se rompe? Que o respeito e o acolhimento alheio possa ser tão grande em si mesmo que nos convença contra nosso próprio temor?

Até que ponto será que o temor vale a pena ser cultivado?
Por segurança, quais coisas será que perdemos no caminho?
Qual o limite que separa a segurança da burrice?

Quantas histórias deixaremos de viver em sua plenitude por conta dessa desculpa?
Até quando essa segurança será mais forte que o interesse em viver?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Própria nudez própria

Apropriação. Propícia. Pró. Pífia. Ínfima. Má.

Assim como algumas nudezes de corpos.. as de alma também são bonitas. Ou feias.
Depende muito dos olhos de quem vê. Se gosta de cores, se não gosta, se gosta de fumaça, se não. Se gosta das curvas ou das linhas mais retas. Se gosta do gosto ou se não.

Cores. Texturas. Ausência de cor. Vida. Emana. Imita. Perde. Se perde. Pode. Empoderar.

Caminhando para o apoderamento da própria liberdade. Qual caminho melhor seguir? Qual o mais fácil? É para ti o mais prazeroso ou só o mais fácil? É prazeroso porque é fácil? Ou se torna fácil porque é prazeroso?


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

E eu acho que nunca as madrugadas foram tão casa pra mim do que nessa minha fase. O silêncio, ocasionalmente uma tosse ou choro de bebês aqui em casa, mas nada grave como a confusão e caos das horas em que o sol banha a retina dos olhos. Consigo ouvir meus pensamentos. Consigo caminhar, assistir seriado, estudar, ler, me mover dentro de casa sem ser interrompida nenhuma vez, chegar ao lugar que eu ia fazer alguma coisa e fazer tal coisa sem ter que voltar ao lugar onde eu estava para lembrar o que era essa tal coisa porque mil coisas acontecem no meio do caminho. Comer doce sem ter que dividir, nem dar bronca. Respirar fundo sem ter que justificar. Não há tempo melhor do que a madrugada nessa fase "de volta para casa". Quando o sono e os compromissos permitem. O "fazer nada" e o "fazer algo" é mais prazeroso. Existem partes da solidão que me apavoram, sim. Mas essa.. doce gosto tem pra mim.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Noite estrelada

Este final de semana acabou de passar e foi uma das coisas mais lindas que já vivi. Tanto comigo mesma quanto com outro alguém. A companhia respeitosa e que presenteia a cada encontro, a cada segundo de estância.

Convidei-o para uma volta na praia. Uma pentelhice sem fim: “vamos na praia?”, eu pulando e saltitando no chão, enquanto ele esparramado preguiçando ainda deitado na cama. “Vamos na praia!?”, entre risos e espreguiçamentos, ele saltou da cama e colocou uma camisa. “vamos”. E fomos. Caminhando já de noite pelo condomínio.. ele, pés descalços, eu, chinelos.

Chegando lá, o espetáculo inesperado. As estrelas no céu quase invadindo o mar, deserto de pessoas e de barulhos. Um abraço, aquele olhar, aquele céu. As estrelas brilhavam mais lindamente do que das que eu conseguia observar na roça, onde morava quando criança.

O mar ali na frente, calminho, brincalhão, água sempre sendo algo brincante pra mim. “Vamos ver como está a água”... Ele foi caminhando em direção a areia molhada, fomos molhar os pés um pouco mais. As ondinhas maiores vieram, ele saiu correndo, eu fui atrás, não queria molhar a roupa, ele não queria esfriar o corpo. Alguns gestos e cenas nos retornam a infância de um jeito bem engraçado. Em minha cabeça me vieram às lembranças de quando ia em direção às ondas, pulando uma por uma, e depois saindo correndo, fugindo delas para não me alcançarem. A brincadeira não era essa, não era uma brincadeira, mas bem que parecia.


A lua estava iluminando bem, apesar de não ser noite de lua cheia. Ele queria que estivesse mais escuro para poder enxergar melhor as estrelas; já eu, estava feliz por poder enxergar bem os olhos dele. 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Algozes

Pensando aqui sobre o "não importa o que fizeram com você mas sim o que você faz com o que fizeram de você" e o quão duro é este fardo, de não ter a quem culpar nem a que, e ter de enfrentar as consequências de ser quem você se tornou.

Pensando nisso foi para a parte do auto conhecimento, em como isso faz com que as pessoas se escondam em desculpas, em falta de tempo, em mágoas, em retiros, em depressões, em fantasias, em vícios, em ilusões, em manias, em tantas coisas que o fazem abstrair um pouco deste fardo.

Ter consciência dos próprios atos, de cada fala, de cada respiro profundo, das consequências nisso no outro incomoda mais que pedra dentro do sapato de caminhada que você não pode parar pra tirar. Mas nessas horas não costumamos pensar em o quão isso está nos incomodando e há quanto tempo. Como é difícil (e clichê falar isso que vou falar agora) achar o equilíbrio entre o fazer o bem ao outro e não se fazer mal. Balancear bem o seu bem estar sem intervir demais no do outro.

Saber demais as vezes é um grande fardo. Muitos pensam ser o melhor, mas dependendo das informações que chegam até você e o modo como chegam, era preferível nunca saber. Entender o outro por causa das situações que o outro passou, perceber isso no outro sem precisar saber, não faz do outro alguém melhor que você para merecer mais que você, nem menos. Ele é tão passível de amor, de atenções e compreensão quanto você.

Quantas pessoas será que enxergam isso?
Quantas enxergarão?


sábado, 28 de junho de 2014

Fortalezas

Certos grupos inexistem enquanto grupos porque é desconsiderado a individualidade de cada um. Caixinhas não servem para todos.

A responsabilização do indivíduo devido a necessidades específicas e falta de preparo de quem deveria amparar e orientar, desestabiliza qualquer conjunto de pessoas que deveria se unir ao invés de irradiarem pensamentos e desejos negativizando tudo que acontece logo após essa jogada de corpo fora.

Ao invés do abraço na hora do aperto, os espinhos aparecem, a máscara cai. A humanidade demonstrada na sua forma mais cruel, no momento mais frágil de quem se encontra mais fraco no momento.

A injustiça de falta de planejamentos para que algumas coisas deem certo e acabar culpando e julgando quem não tem nada a ver com essa falta de planejamento a não ser como vítima por consequência dessa falha.. é tamanha que minha vontade morre, meu tesão passa, minha alegria em fazer alguma coisa se esvai.. Algumas coisas simplesmente não acontecem. Outras se fortalecem nessas que não acontecem.


Aquela declaração guardada no cantinho do olho..
A poesia escondida no finalzinho do sonho..
Quando tudo se torna real, a beleza é tanta
que é melhor deixar quieto e movimentar dentro, deixar que os olhos digam tanto quanto o corpo, que as línguas gritem de desejo, que os lábios supliquem de saudade para que volte logo quem agora vai..

o abraço que aprendido, não apreende.
o chegar perto sem tirar o ar do outro, sem invadir, nem machucar
aquele respeito mútuo, raro, improvável

certas coisas quando acontecem, não é nem questão de tempo para acostumar
nem motivo tem para esquecer ou para lembrar
está ali o tempo todo.

algumas distâncias simplesmente não acontecem.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

segunda-feira, 26 de maio de 2014

now you see

Existem pessoas que nos machucam, mas por gostarem, se importarem conosco, é tocado pela dor causada.

Tomadas pela culpa, tristeza, reflexões intensas, internas, secretas, pedidos de desculpas aparecem e na sinceridade de um gesto de carinho para completar as palavras, para que não se tornem vazias.

Já outras pessoas, também nos machucam, dizem também gostar e se importar, porém não são tocada pela nossa dor, pela dor causada.

Tomadas pela indignação, pelo orgulho, memórias sombrias, feridas antigas, não são tomados pela tristeza  ou pela culpa, são tomados pela indiferença, que é pior do que a revolta.

Com o tempo passamos a nos tornar um paradoxo. Existimos, porém não existimos. Só é difícil quando queremos existir e não podemos, e quando descobrimos a impossibilidade a dor vem, ela sempre vem.

Abrir os olhos é sempre doloroso. Enxergar a realidade muitas vezes deixa marcas tão doloridas quanto o próprio fato da realidade ser uma realidade.

Apesar disso.. vale a tentativa: mudar, sair do seu lugar, sofrer, mas para sofrer menos depois. Aprender, caminhar, mesmo que só (porém bem acompanhado de si), não carregando alguém que não te sente existir. Ser esse paradoxo dentro de uma relação machuca e muito.

Abra os olhos.

domingo, 25 de maio de 2014

Valorizo


Se eu pudesse mostrar o que você me deu, eu mandava embrulhar...
não chamaria de meu... melhor forma não há, pra salvar um amor..
então preste atenção, ou me faça um favor..
vem, me faz um carinho, me toque mansinho..
me conta um segredo ou me enche de beijo

depois vai descansar.., outra forma não há,
como eu te valorizo, eu te espero acordar..
se eu ousar te contar.. o que eu sonhei..
pode até gargalhar, gostaria de ver
melhor forma não há, pra provar meu amor
eu te presto atenção, com ouvido e calor...

vem, te faço um carinho, eu te toco mansinho..
te conto um segredo, ou te encho de beijo
depois vou descansar, não vou te acompanhar 
espero que entenda, e venha, te faço um carinho
te toco mansinho, te conto segredos e te encho de beijos
depois vou descansar, venha me acompanhar, espero que entenda, e volte pra cá.

~adaptação da música ''te valorizo'' da Tiê~


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Aquele mês

passou da metade
arrastando...........

não vi meu pai
aquela pessoa foi pra longe
meu padrinho faleceu
minha garganta zuou de um jeito que nunca antes..

perdi a voz. literalmente.

a nossa imediates com a vida e a estagnação com a morte as vezes seduz nosso corpo
a adoecer.. pegar uma parte de morte pra si
pra renovar, renascer, recomeçar

não é tão fácil como outrora foi..

uma agonia interna, uma ventania externa..
tudo parece bagunçar, mas está tudo em seu lugar
o meu é que não enxergo.

em casa, no outro, em mim.
as referências são as mesmas e, ao mesmo tempo, mudaram tanto em apenas cinco anos..

cinco anos

uma existência particular. experiência singular, se afastar do mundo, do familiar, se aproximar, se afogar de si; poder mergulhar nos piores pesadelos, medos, desejos e gozar dos melhores sonhos e anseios.

tempo talvez de relembrar....
porém, sem reviver.

terça-feira, 13 de maio de 2014

As mãos..




Da certa delicadeza e aparente fragilidade com aquele leve toque de fortaleza...
Da maciez e segurança. Da insistência e cuidado. Da presença.

Entre tantas histórias e detalhes, se faz o instante que preciso.
Das histórias malucas e das reações adversas...

A confiança que se faz a cada passo, da falta de costume ou do simples temer de algo.
Gostar de alguém é sempre o desconhecido. Depois de um tempo vira mistura.

Olhar de um, segurança de outro, um quebra cabeça e mais uma pitada de singularidade
que faz tudo ser diferente do que alguma vez foi. O que faz continuarmos.

Se descobrir melhor do que conseguiu ser um dia, se descobrir no outro é a delícia de conviver a dois.
Conhecer a memória do outro no outro, se inserir enquanto memória fresca, como se lá do jardim.

Temperar cada amanhecer ao lado, com detalhes de olhares novos sobre o mesmo.
O mesmo que sempre muda e te convida a mudar também, junto e perto. Gostoso viver assim.


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Fuck the distance!!



Quando o coelho branco quebra tudo e despedaça a gente em tantos pedaços e esconde cada pedacinho em um universo diferente para nos deixar confusos dentro da gente mesmo. Perdidos em algum pedaço de nós.. Cheio de nós, cheio de falta, de vontades, saudades esparsas, desejos..

A cada palavra dita, a cada som, a cada conversa, a distância faz o tempo parar. 
A vontade de estar perto irrita, perturba, incomoda. 

Quando o gostar vai além do que tudo que já conheceu e ao mesmo tempo aquele medo de não ser nada do que imaginou ser. Melhor não imaginar. Eu prefiro é sentir. Sentir o agora, sentir o presente, o castigo, a náusea, a raiva, a vontade, os impulsos, os freios...

Eu prefiro viver e viver com quem a gente gosta é mais gostoso do que tentar viver outra coisa e não viver direito essas outras coisas. Não dá certo, já tentei. A culpa me tomou por inteira, a estranheza tomava conta do meu corpo impulsionando afastamentos cada vez mais intensos. 

Dizer o que mais me retrai e me faz ir aos extremos de expressões corporais, internas, expressas de forma mais sincera e clara possível tem ajudado em não ser mais uma em alguma história com fim. Essa tem fim nos dias em que acontece, e nela mesma se faz infinita, do seu jeito. Sem pensar no depois, no amanhã, nos meses seguintes, nos próximos vinte anos... trato de viver..

A falta me irrita. E ninguém pode fazer muita coisa por mim. Sinto falta, mas não me sinto sozinha. Eis a grande e estupenda diferença. É uma falta que tem valido a pena sentir, mesmo sendo no extremo de dificuldades. A companhia vale a pena, o sorriso e todo o resto compensa. 

Pra esperança ser a última que morre.. onde e quando será que ela nasce? Da morte dela todos falam.. mas do seu nascer...





sábado, 29 de março de 2014

Sobre o ontem e o hoje e talvez depois..

Quanto tempo você (e eu) ficamos sem abraçar, com gosto, alguém?

Qual o tamanho da necessidade, da tempestade que se faz por dentro, para haver esse pedido de um abraço?

Qual a distância do abraço que criamos e desenvolvemos durante a vida e por quê?

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Não perca tempo nem dinheiro comprando coisas que não vai usar, que vão estragar antes mesmo de você usar, gaste com viagens, vá ver as pessoas distantes, as pessoas que há tempos não vê e que você ama. Deixar para depois pode ser tarde. Aproveite! De verdade! Ame como se não houvesse amanhã, porque como dizia a música: na verdade não há.

Tem pessoas que conviveram tão pouco com a gente mas fizeram uma diferença e deixaram uma marca linda em nós, de um jeito que é inesquecível, e quando a gente perde é só saudade. A vida é feita de ciclos, alguns vão, outros ficam. Quando é a gente que fica, eles deixam uma caixinha cheia de lembranças pra chorarmos e guardar ali toda a saudade. Mas ela nunca fica só ali.



sexta-feira, 28 de março de 2014

Pesa(r) dela

Quando o sonho indica que o pesado é nosso, no pesadelo. Quando acordo com vontade de abraçar alguém, de chorar, com o choro na garganta e a angústia no peito, os olhos perdidos no meio da escuridão da noite, da madrugada, ou no pequeno clarear da manhã..

Ele então acordava toda vez que eu me mexia na cama, quando tinha pesadelos ele estava lá, pelo menos nessas horas, estava, era só colocar os braços em minha volta. Resolvia. Me acalmava. Não precisava de muito esforço para estar, mesmo com sono, mesmo sem estar direito nessa dimensão dos acordados, dos despertos. Foi uma das pequenas vezes que a falta veio e logo se esvaiu. Prefiro estar só do que estar sozinha com outro que deveria não me fazer sentir só, mas não consegue.

Quando acordamos e na verdade o sonho impressiona tanto que invade a vida, a outra vida, a vida dos acordados. Quando as imagens são tão fortes que marcam tanto quanto uma vivência que se tem aqui, desperta. Quando tudo que se sentiu no sonho demonstra o que não queria demonstrar acordada. Quando contradiz tudo que sempre fala, que sempre fala pra si mesma, pras pessoas ao redor. Quando as emoções gritam e não se disfarça, você escancarando verdades mais profundas pra si mesma. Óbvias, mas daquelas que se quer esconder para sofrer menos.

A vida ainda está em silêncio aqui fora, os passarinhos começam a despertar, mas aqui dentro.. Tanta coisa despertou junto comigo do meu sono, que nossa. O pesadelo desperta.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Certos tropeços são feito engasgos em evento importante. Daqueles que o silêncio predomina e só você se destaca, tirando a atenção do que é importante naquele contexto, desconcerta, as vezes, irrita. Por não conseguirmos controlar nosso corpo e por produzirmos algo que incomoda mais pessoas, as vezes, até as que mais gostamos.

Certos tropeços são como presentes, que nos dão reflexões importantes para uma vida melhor, para um 'eu' melhor. Conhecer-se faz parte disso. Reflexões.

Auto lá

Quando você se depara em verdades profundas e ou intensas na fala de outra pessoa, muitas vezes coisas que você sabe sobre você mesmo, mas no meio da vida ou da brincadeira, nunca parou pra admitir ou refletir sobre..

Alguma coisa que incomoda..
As vezes fere

Sempre mata alguma coisa. Outra renasce no lugar..
O lugar nunca fica vazio.. ou não por muito tempo..

Talvez seja pra isso que serve a reflexão.

sábado, 15 de março de 2014

Daquelas

Aquelas coisas que quando se vive até parece que nunca viveu antes. Mas já.

Aquelas outras que a gente precisa viver pra entender. Mas só depois.

E aquelas que a gente nunca viveu e entende mesmo assim. Ou acredita que sim, mas que não.

Tantas outras sem entender e sem querer entender.. Das infinitas realidades, oportunidades, possibilidades, alternativas.

Caminhar é um bom meio de correr atrás de tudo que já se perdeu.
Tentar correr antes de aprender a caminhar corre-se o risco de levar um bom dum capote.

Ter vergonha de caminhar não é muito sábio, nem menos comum.

Aprendemos coisas erradas para as coisas certas, perdemos muito, aproveitamos pouco. Vive-se para reaprender, achar-se, encontrar meios que nos são comuns, o prazer da satisfação, mesmo que momentânea.

Viver torna-se mais que respirar quando se aprende a experienciar.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Músicas

"Your pride, your ego
Your needs and your selfish ways
Caused a good strong woman like me
To walk out your life
Now you never, never get clean up
The mess you made
And it hurts me

That you should've bought me flowers and held my hand
Should've give you all my hours when I had the dance
Take me to every party
Cause all I wanted to do was dance
Now my baby is dancing, but she's dancing
With another man

Although it hurts
I'll be the first to say that I was wrong
Oh, I know it's probably much too late
To try and apologize for your mistakes
So I just want you to know
I hope he buys me flowers, I hope he hols my hand
Gives me all his hours when he has the chance
Take you to every party causa I remember
How much you loved to dance
Do all the things you should've done
When you were my man"

e

"we are never ever ever getting back together"

isso me traduz hoje.