segunda-feira, 12 de março de 2012

Sobre a nova

Não lembro a origem..


Sobre a respiração.

Da obra. Do espaço em branco, do espaço de ar na pintura, no espaço, o ar que circula por entre a obra no espaço.

O respiro.

O "tempo" entre namorados, para "respirar", a gente pede esse tempo. Falta esse Espaço. Esse vazio, essa baixa, esse nada, essa parte da lombada. "Não é assimétrico", como disse a profa.

Respira-se. Pira-se e não se respira mais. Depressão, angústias, medos, pavores, temores, stress, correria, aceleramento, agitação, cobranças, neuroses, traumas, susto, tensão.

O corpo pede um respiro. Tranquilo, calmo, normal. "A respiração se adapta", ela disse.

Sobre o quê? Para quem? Por que motivos?

Não paramos pra pensar, paramos pra pensar para conseguirmos respirar, com tranquilidade ao menos uma vez por dia. Mas nas questões que nos fazem respirar de um jeito frenético e não-natural, não pensamos ao certo.

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